Li esta semana na revista Canguru um texto da Cris Guerra que me fez pensar.
No texto ela fala que para seu filho(Francisco), que perdeu o pai antes de nascer, a palavra morte e a palavra pai estavam próximas no dicionário.
Acho que no meu dicionário íntimo também. Nele a palavra gravidez e filho estão pertinho da palavra amor, mas também de morte e saudade.
Sim, estamos tentando mudar isso, né bebê? Gerando vida!!!
Então, que em 2016 a palavra filho, fique pertinho, apenas, de vida e esperança!!!
14 semanas e meia de amor...rsrs! Um novo amor
A morte anunciada de um filho vivo...Com obstrução no trato urinário e, consequentemente, uma megabexiga e não funcionamento dos rins. Para a medicina um bebê malformado, inviável e incompatível com a vida. Para mãe um bebê sonhado, amado e que viveria o tempo necessário. Este espaço me ajudou a transformar dor em palavras, compartilhando angustias, luto, mas também esperança, confiança em Deus e amor ao meu filho: Samuel. Ele viveu 33 semanas, nasceu e morreu no dia 9/06/2015.
Querida Iaçanã, tem alguém pulsando em seu ventre e coração??? Minha alma se enche de alegria com essa notícia!!! Um beijo, querida... Muita luz para todos vocês!!!
ResponderExcluirQuerida Iaçanã, tem alguém pulsando em seu ventre e coração??? Minha alma se enche de alegria com essa notícia!!! Um beijo, querida... Muita luz para todos vocês!!!
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